“ESPAÇOS VERDES FORAM OSTRACIZADOS”

A concelhia do PSD da Covilhã vem, em comunicado, “repudiar a falta de limpeza do parque da Goldra e toda a forma como a câmara municipal gere o espaço público”.

De acordo com o PSD da Covilhã o actual executivo “ostracizou todos os espaços verdes que a cidade possui, deixando-os ao abandono, transformando qualquer local numa espécie de selva urbana desabitada, digna de qualquer documentário da National Geographic. Quem visitar, por exemplo a jóia da coroa socialista de 2017, o Jardim das Artes, vê um monumento ao desleixo que teve um custo milionário de cerca de um milhão de euros e que neste momento está desprezado, tal como o Jardim do Lago, onde, a partir do momento em que o sol se põe, a iluminação artificial não aparece”.

Face a esta situação, a concelhia do PSD da Covilhã decidiu organizar a primeira concentração local de motorroçadoras no parque da Goldra “para de forma cívica e construtiva, sensibilizar o actual executivo pela aparência descuidada com que estão a ser tratados os espaços públicos no nosso concelho para assim fazer, de forma proactiva e voluntária, o trabalho que os eleitos pagos para tal não fazem”, tendo enviado à autarquia um pedido de autorização para a realização do evento.
Os social democratas acrescentam que, na sequência desse pedido de autorização, “foi de imediato foi realizada a intervenção e respectiva limpeza do espaço, a fim de impedir a iniciativa do PSD. A conclusão a que chegamos é só uma. Continuamos a navegar à vista, sem visão estratégica e sem planeamento”.


Por fim o PSD da Covilhã afirma que está a equacionar a aquisição de um reboque “para que mais facilmente o PS da Covilhã consiga acompanhar a nossa acção política”.

 

PSD DESAFIA CÂMARA DA COVILHÃ A PROMOVER REFERENDO

PSD DESAFIA CÂMARA DA COVILHÃ A PROMOVER REFERENDO

A concelhia do PSD da Covilhã vem, em comunicado, desafiar a câmara municipal da Covilhã a promover um referendo sobre a eventual introdução de uma taxa para a utilização dos elevadores e funiculares daquela cidade.

De acordo com os social democratas “há dois anos, o presidente da autarquia anunciou a sua pretensão em cobrar um valor aos utentes dos elevadores que existam na cidade” mas acabou por “recuar nessa pretensão” depois de o movimento juvenil “lhe ter retirado o tapete, ao aprovar, por unanimidade, em conselho municipal da juventude, uma moção da JSD que recomendava ao executivo municipal que, entre outros pontos, mantenha a gratuitidade dos elevadores e funiculares da cidade da Covilhã”.
Agora, acrescenta o PSD da Covilhã “as notícias recentemente veiculadas confirmam o vereador com o pelouro da administração geral e finanças quer que os cidadãos comecem a pagar pela utilização dos elevadores e funiculares da cidade. Mas não tem coragem de o assumir, procurando fugir ao debate e lançar um referendo”. A concelhia da Covilhã sustenta que nas declarações feitas por José Miguel Oliveira “é risório comparar metrópoles como Lisboa e Paris à Covilhã, uma cidade do interior com perda gradual e exponencial de habitantes” e acrescenta que “é importante não esquecer que os elevadores e funiculares da cidade neve foram pagos com fundos comunitários” e por isso interroga se “vai ser exigido às pessoas que paguem pela utilização de algo que não foi pago directamente pelo município?”.
O PSD da Covilhã considera que esta é “uma postura paradoxal do Partido Socialista, que defende reiteradamente a abolição das portagens nas ex-SCUT, afirmando-se contra o princípio do utilizador-pagador, é o mesmo que, agora, quer aplicar este princípio económico na sua gestão municipal”.
Para os social democratas “as pessoas não merecem pagar pela utilização de equipamentos que têm como propósito melhorar a sua qualidade de vida. Já lhes basta terem que pagar o aumento de um milhão de euros da despesa anual camarária com introdução de mais de meia centena de militantes ou familiares socialistas nos seus quadros, o dobro dos custos que tem a manutenção dos elevadores e funiculares da nossa cidade”.

MARCO AURÉLIO DEFENDE UM NOVO MODELO DE CONTRATOS

MARCO AURÉLIO DEFENDE UM NOVO MODELO DE CONTRATOS

O representante do PSD na sessão solene comemorativa da assembleia municipal da Covilhã que comemorou os 44 anos do 25 de Abril defende que a autarquia deve avançar com a revisão do modelo de contratos com os cidadãos arrendatários de casas de habitação social que são propriedade do município.

De acordo com Marco Aurélio “a política de habitação social no concelho da Covilhã deve caminhar para um sistema de acesso a habitação própria. Este é o momento de evoluirmos no sentido de transformar os ocupantes de casas em proprietários. Os contratos em vigor devem passar para um modelo de contrato de propriedade resolúvel em que os moradores passam a ser proprietários das casas após o pagamento de um número de prestações mensais que nunca pode exceder as 240 prestações, ou seja, um período de 20 anos”.

PSD QUESTIONA ENCERRAMENTO DO WELCOME CENTER

PSD QUESTIONA ENCERRAMENTO DO WELCOME CENTER

A comissão política do PSD da Covilhã vem, em comunicado, questionar o encerramento do “Welcome Center” daquela cidade nas últimas semanas, sobretudo na época da Páscoa onde “milhares de visitantes decidem vir conhecer as nossas tradições, a nossa gastronomia e os lugares mágicos que a Covilhã oferece para serem descobertos”.

De acordo com a concelhia do PSD da Covilhã “seria a altura certa para aproveitar e divulgar o nosso património natural, religioso e histórica a estes potenciais embaixadores do nosso concelho, potenciando a nossa economia local. Quando nos orgulhamos de ser o concelho da CIM das Beiras e Serra da Estrela com o maior número de dormidas, devemos proporcionar a quem decidiu escolher-nos para pernoitar experiências diferentes do que encontrar o «Welcome Center» fechado”. Os social democratas acrescentam que “na altura do ano em que as taxas de ocupação hoteleira estão no seu máximo, o «Welcome Center» encerra. Será que foi incúria, desleixo ou simplesmente esquecimento?” acrescentando que “não existe plano estratégico de turismo ou criação de uma marca própria que resista, se o dia-a-dia é negligenciado. Nós sabemos que os problemas dos covilhanenses para o senhor presidente são «fait-divers» mas para nós são prioridades”. 

“ADMIRAÇÃO E SURPRESA”

“ADMIRAÇÃO E SURPRESA”

A concelhia do PSD da Covilhã mostra-se admirada “porque não se compreende que o maior concelho de toda a comunidade em número de habitantes, de empresas e com a maior capacidade de atracção de recursos humanos especializados não tenha assumido a vontade de liderar esta comunidade intermunicipal, nem se tenha manifestado acerca da localização da sua sede. Esta não é a Covilhã que queremos, nem que desejamos. Não queremos uma Covilhã subserviente e sem voz no panorama regional e incapaz de assumir a responsabilidade de colocar ao serviço da sua região a sua capacidade de influência.”

Neste comunicado, a surpresa da concelhia do PSD reside no facto de “ao ficar de fora num processo colectivo de escolha de órgãos intermunicipais, percebemos quanto vale, de forma objectiva, a capacidade de influência do actual executivo socialista da Covilhã. Não vale rigorosamente nada. Tornou-se especialista nas guerras de quintal, mas perdeu o comboio do desenvolvimento regional”.

Para o PSD da Covilhã, cinco meses depois da realização das últimas eleições autárquicas “com um mandato maioritário sufragado nas urnas, um executivo que tencionaria ser forte no concelho e na região deveria estar a criar as condições necessárias para ser a voz do Interior. Não foi esta falta de protagonismo, esta inércia que mereceu o voto dos covilhanenses. Este executivo tem que defender o nosso concelho e não remetê-lo a um papel secundário, alvo de chacota pelos nossos vizinhos”.